quarta-feira, 2 de julho de 2008

Evolução da Internet

Yo!! my people
Internet? yo no lo conosco senor - foi o que Pica Pau disse em 1962, a J.C.R. Licklider.

A internet tem revolucionado o mundo desde que foi aberta ao publico na década de 80. Claro, no principio limitada a poucos serviços, tais como envio de emails e programas. Nos 90, com a criação do Netscape, começou-se um novo conceito de sua funcionalidade, web, jogos, mensageiros instantâneos, vídeo conferências, entre outras vantagens revolucionaram a comunicação. O que antes demorava dias para se fazer, com ela poderia ser realizado em segundos.
Hoje, tamanha importância que se deve a internet para a comunicação social, que provavelmente ela seja o futuro dos veículos de massa, ao menos é para onde as tendências de público estão migrando. Claro que tal tendências traz uma série de problemas aos outros meios, principalmente de conteúdo financeiro, já que a partir de um momento que o público migra para outras formas de informação, boa parte da publicidade que patrocina o acompanha.
Nem errado é dizer que a internet é um grande portal de troca de informações, ou seja de comunicação. Desde um simples email, ou através de uma vídeo conferência, o que se pode notar é aquele velho conceito de emissor x receptor e se aproveitando de tal conceito o jornalismo virtual tomou forma e consolidou-se como saída para a profissão, ao unir em um mesmo lugar partes dos textos impressos, o jornalismo televisivo e o rádio.
Por ser um meio aberto a todos, há riscos que se corre através dela, mais freqüentemente a de origem dos fatos. Não são raros, e até mesmo são onde mais surgem, noticias fictícias e mentirosas, que acabam povoando a web e repassam a incontáveis usuários, produzindo um ciclo interminável de noticias inescrupulosas, na maioria das vezes com intuito de propagar banners de empresas. Outro fator de risco da internet também é o fato de que com o virtual um texto nunca está pronto e alteração nele podem e são feitas constantemente, algo que aumenta a discussão de o quanto o jornalismo pode confiar na web, principalmente em relação aos blogs, lugar em que qualquer um pode se tornar um transmissor de informação, sendo ela verdadeira ou não.

Módulo TV


Primeira aula:

 

            Na primeira aula sobre o módulo TV vimos a história da televisão brasileira. Em um primeiro momento, de 1950 até 1964 o televisor era considerado um artigo de luxo, onde apenas uma pequena elite tinha acesso. Os primeiros aparelhos foram importados ao Brasil por Chateaubriand, e a primeira emissora foi a TV Tupi. Os primeiros problemas da televisão era manter uma programação diária.

            Na década de 60 a TV começa a sua popularização. Programas mais voltados para um público de um nível cultural baixo começam a fazer sucesso. A série “Vigilante Rodoviário” pode ser um exemplo, foi á primeira série filmada no Brasil. Surgem também outras emissoras, as telenovelas e Sílvio Santos, um dos maiores comunicadores na história do Brasil.

            Na metade dos anos 70 as televisões tornam-se mais profissionais. Programas vão ao ar com uma maior qualidade em sua produção, destaque para as novelas que são reconhecidas no mundo inteiro. A televisão tem um salto tecnológico, televisores coloridos tomam conta sobre os preto e branco.

            Nos anos 80 a TV toma muitos rumos diferentes. A internacionalização, programas de fora entrando na TV nacional, uma variedade maior de programação, programas de palco são algum fatos que se destacam.

            Nos anos 90 a globalização toma conta e a TV se redemocratiza. A entrada da TV paga no Brasil é um marco.

            Atualmente vivemos a fase da digitalização, da interatividade e de novas tecnologias despontando, todas tendo uma influência na televisão. Hoje mais de 90% dos domicílios tem algum televisor.

 

            Ainda na primeira aula gravamos um “stand up”, que seria uma noticia em pé gravada com um microfone, marca registrada de programas jornalísticos.

 

Segunda aula:

 

            Na segunda aula tivemos que deixar no ar um programa de 20 minutos de duração. A proposta era que tivesse um conteúdo jornalístico e também uma entrevista relevante. Programamos um âncora para cada um dos blocos, uma para o jornalístico e outro para entrevista. Para entrevista convidamos Alex, funcionário do grupo “Vida Urgente”. Ele nos explicou a proposta da entidade, as ações promovidas e falou sobre a nova “lei seca”. No bloco jornalístico tivemos informações políticas, culturais e econômicas.